Setor imobiliário pede que Minha Casa Minha Vida vire política de Estado
Estadão
Representantes do setor imobiliário defendem que o Minha Casa Minha Vida deixe de depender do governo de ocasião e se torne política de Estado, um dos motores do mercado nos últimos anos. Gustavo Favaron, CEO do GRI Club, disse que o setor já está de olho na postura que um eventual governo adversário teria sobre o programa. A reportagem cita ainda um relatório do J.P. Morgan que prevê valorização do mercado acionário ligado a incorporadoras como Cyrela e Eztec após o primeiro turno das eleições.